O fenômeno Barack Obama atingiu o mundo com uma força extraordinária. Tornou-se o salvador “das pátrias” e um símbolo de esperança. Com simpatia, carisma e competência, disse tudo aquilo que o povo gostaria de ouvir e lançou a promessa de mudar a história dos Estados Unidos.Não tenho dúvidas que o mundo espera por algo melhor e, certamente muitos trabalharão para que isso aconteça. Mas, com menos impacto internacional, o Brasil já teve seu “Obama”, quando um alagoano também prometeu mudar a história do Brasil. Não tenho dúvidas que fez isso! O famoso “caçador de marajás”, primeiro presidente eleito pelo voto popular, pós-ditadura militar desde 1964, tem algumas semelhanças com o presidente eleito norte-americano.
Um momento de situação econômica difícil, o povo em desespero buscando uma solução para a crise, vê no jovem candidato, desafiando poderosos políticos e falando em grandes mudanças, como uma luz para a escuridão em que estava mergulhado o Brasil. Nesta euforia o país embarcou numa tremenda “canoa furada”.Temos que admitir que houve boas coisas e alguns dos grandes avanços de hoje começou neste governo. Mas o confisco da poupança e grandes escândalos forçaram sua renúncia, colocando a nação na corda bamba. O impacto deste governo, todos nós sentimos e sabemos no que deu.
Por esta razão, e creio que poderemos encontrar outros exemplos históricos, é que devemos ter prudência antes de determinarmos um homem como àquele que resolverá os problemas de uma nação, bem como muitos outros que enfrentamos mundialmente. Não estou “secando” o governo de ninguém, só estou dizendo que devemos dar um tempo para que ele trabalhe e mostre realmente a que veio. Torcemos para que aquilo que hoje é uma esperança se torne realidade para todos.
A esperança dos brasileiros, um dia foi semelhante a que hoje é dos americanos. O futuro nos dirá se o rumo do governo americano terá um fim diferente ao de uma melancólica renúncia. Queremos ver mais acertos que erros. Não nos interessa mais um “pop-star”, todos desejam alguém que faça a diferença, um presidente de verdade. O brasileiro, como nenhum outro, pode recitar o velho ditado “cachorro mordido por cobra tem medo de lingüiça”.
Paulo Ramos
Coordenador Geral do ARCRON








Hoje, em mais uma de minhas madrugadas aceso, passo em outro jornal on-line e vejo a manchete de uma italiana que quer vender sua virgindade, e já tem um jornalista dando lance de R$ 1,3 milhão. Ela certamente já fez alguma grana pois foi participante de um Big-Brother, na Itália. Parece que os motivos para ir para cama com alguém está ficando cada vez mais fútil. Desta vez é para comprar um apartamento e fazer aulas de atuação, pois deseja ser atriz. 



